Categoria "Cotidiano"

Sobre ser mulher

Em 11.03.2016   Arquivado em Beleza, Cotidiano

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Eu tenho acompanhado um grande movimento Feminista em blogs, em vídeos no YouTube e até mesmo no Facebook. Eu ainda não sei o meu posicionamento sobre esse assunto, não posso me considerar 100% feminista, já que nunca estudei nada sobre, logo não tenho um grande conhecimento da parte teórica. Mas como toda mulher eu tenho um grande conhecimento da parte prática, aquela que você vive no dia a dia, sabe.

Vamos falar sobre homens? Não, acho que hoje não. Vamos falar sobre o feminismo? Também não. Queria muito falar sobre as minhas inquietações, as minhas angustias sobre relacionamentos com homens, com meu namorado, com meu pai, meu avô ou meus amigos homens, mas eu não acho que esse é o momento. Não porque eu queira resguardar ninguém, é só porque eu não me sinto preparada, em questões de palavras.

Queria muito ter a minha parcela de “abrir os olhos” de todas as pessoas que passam por situações que a fazem pensar duas, até três vezes “Porque eu to passando por esse momento mesmo?”. Mas já que eu não tenho as palavras belas pra externalizar o que eu sinto quero muito que você leia esse texto sobre o desamor dos homens, sobre o geito que somos criadas, sobre ser mulher, lá do blog Versoando: Sobre o desamor do Homen e sinônimo de cu é rola

E quero que você veja esse vídeo, sobre o porque o Dia Internacional da Mulher tem uma data especial, que esse dia não é só para os floristas ganharem dinheiro e para os hipócritas de chamarem de especial.

Depois eu fico aqui esperando que em algum lugar no futuro, um que não seja tão distante de mim, um que eu possa vivenciar, nós sejamos iguais e nada mais. Até lá eu trabalho aqui com meu coração de mulher.

 

Vivendo Offline

Em 01.03.2016   Arquivado em Cotidiano

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Eu nunca fui muito chegada nessas coisas de computador e tecnologias, e redes sociais e celulares, basicamente tudo que liga você socialmente com outras pessoas, entende? Até hoje eu sou assim, meio desapegada, mas eu já fui muito mais. Eu preferia muito mais ficar jogando vídeo game ou vendo tv do que ficar no computador criando blogs e fotologs. Isso é o que eu gosto de chamar de ~vivendo offline~. Eu achava engraçado pessoas como a Mari Moon serem pessoas comuns, mas ao mesmo tempo tão populares e queridas só pela internet. Essa estranheza passou quase que completamente recentemente, quando eu dei por mim que a maioria das pessoas que eu admiro, sei lá, uns 95%, trabalham em um ambiente totalmente online! Não são estrelas de Hollywood (aliás, parabéns, Leo), nem possuem empresas multimilionárias, como a Apple,  elas são quase tão comuns quanto eu, mas tão extraordinárias quanto a Jennifer Lawrence.

E essas pessoas e esse tipo de interação, quase não real, conseguiu me situar de uma maneira diferente da pessoa que eu sempre fui. Mas o grande gatilho, é que o meu ~vivendo offline~ anda sendo tão real e recorrente pra mim, que chega a ser irritante as vezes, e foi aí que eu comecei a ter uma maior aproximação do que é ~viver online~. No começo do ano passado eu fui morar com meu namorado na casa dele, com a mãe dele e tudo, muito esporadicamente eu vinha para a casa dos meus pai, e lá na casa nova não tem internet. Eu esperava que logo a situação se normalizaria, mas qual foi a minha surpresa quando NENHUMA das empresas de telefonia de São Paulo entregava internet na região, lá na zona sul?!! A única explicação que conseguiram me dar é de que não há mais portas (oi?) disponíveis na minha rua e de que eles não tinham previsão para novas. A minha única chance era colocar uma linha telefônica (que eu nem ia usar) e esperar até alguém desistir pra eu poder “tomar” o lugar dela. Poxa, Brasil! Aí, na minha santa inocência, comprei aquela internet via modem sem fio… Não vou nem comentar, ok, por que eu devolvi com menos de uma semana de uso, e ainda queriam me cobrar multa! Desaforo!

Ok, momento ódio contra os serviços oferecidos aqui nesse país já foi. A questão que eu fiquei em um longo período offline e fiquei pensando, mesmo, em várias perguntas, como: Porque as grande maioria das pessoas hoje não conseguem viver sem internet? Ou pelo menos acham que não conseguem viver offline?

Eu ainda não sei. E, de verdade, nem sei se eu quero entender. As pessoas são assim e pronto.

Só porque eu até consigo me virar sem internet, não quer dizer que todo mundo é igual a mim. Eu tenho com que o substituir a falta do ambiente online (Bloodborne, quadrinhos, vídeos que eu tenho editado, meu curso de Photoshop), e pode ser que essas mesmas pessoas não tenham, ou não procurem com o que substituir, ou elas balanceiam, um pouco online, um pouco offline. Sim, tem aqueles que são viciados e não largam nunca o celular, mas o que não vicia nessa vida?

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O universo é tão grande. A internet também

Nesse meu tempo fora da internet eu senti muito a falta das facilidades que ela gera, como YouTube, pra pegar aquela receita que eu não lembrava; do Netflix, pra ver Jessica Jones e Gravity Falls; do meu blog favorito, Dela Rosa; do Google; Torrent; compras online; podcasts; e muitas outras coisas…

Acho que eu consigo tirar uma lição dessa minha experiência (que perdura até o presente, Why God?!), que eu quero que todo mundo aprenda também:

A internet é tudo. Mas ao mesmo tempo, não é nada!

Compreende?

Quero saber se quando acaba a luz você começa a surtar de leve, por causa do wi-fi. E se o 3G começa a dar piti, você tem um ataque de pelancas. Ou fica tudo ok, tudo beleza? Conta pra mim como é. Beijos, até a próxima.

Finalmente, eu joguei PT

Em 28.01.2016   Arquivado em Cotidiano, Jogos

Enquanto eu me perguntava se esse fato valia um post ou não, a grande novela que envolvia a Konami e o Kojima, terminou. De maneira satisfatória, eu diria, cada um para o seu lado cuidando da própria vida, amém. Pra não ficar no vaco, caso você não saiba de nada da Grande Novela, eu sugiro que você leia essa matéria pra ficar sabendo de tudo.

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Na minha casa eu passo correndo de olhos fechados, gritando pela minha mãe

Enfim, dramas a parte, eu finalmente joguei a demo do meu falecido Silent Hills, e foi uma experiência interessante. Um amigo meu ainda tinha PT no PS4 dele, mas ele nunca nem sequer tinha iniciado o jogo maricas. Eu sempre ia na casa dele, mas nunca surgia uma oportunidade de jogar, mas em um belo dia de verão, quer dizer uma bela noite de verão, eu fui malvada o suficiente pra esperar anoitecer pra dar a ideia de jogar. Na minha cabeça todo mundo, isso incluía mais umas três pessoas, iam continuar vivendo a vida deles enquanto eu jogava sozinha na sala, mas no fim todos foram assistir, o que foi ótimo, porque eu não me caguei sozinha. Comecei o bentido, tensão total na sala, meu amigo ficava falando “eita”, minha amiga falava “porque mesmo agente vai jogar isso?”. Hahaha.

Tá vamos por partes: a demo é em primeira pessoa, se passa todo em uma casa, um ambiente fechado, claustrofóbico, os gráficos são os melhores possíveis (eles alegaram que diminuíram o poder gráfico para ficar mais parecido com um jogo indie), os sons e as músicas são de tirar o sono, a imersão é total, o seu personagem é impotente, você toma sustos bobos, ou seja tudo da série Silent Hill está presente nessa demo. Mesmo com os meus amigos na sala e com meu namorado do meu lado (que tem coração de ferro) eu estava com o cu na mão muito medo! E olha que eu já tinha visto todo o gameplay de PT antes, logo eu já sabia tudo o que ia acontecer durante o jogo e mesmo assim eu não conseguia relaxar.

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PT é um Playable Teaser, feito pra esconder o trailer do que seria Silent Hills no futuro, mas pra você chegar lá, pra ter essa recompensa é difícil, viu. Primeiro que o jogo não explica nada pro jogador, ele é enigmático, com muitos puzzles complicados e não intuitivos. Tanto que o ultimo puzzle eu passei o controle pro meu amigo e fui procurar na internet uma maneira de fazer. Mas no fim nós fizemos do nosso jeito e conseguimos ver o trailer primoroso. Mas nem por isso o jogo não é, digamos, charmoso. Você começa em uma sala suja e depois vai pra um corredor muito bem iluminado, em quesitos técnicos, ok, porque se a minha casa fosse iluminada daquela maneira eu teria morrido do coração faz tempo, e o jogo segue nesse mesmo corredor, com um cômodo a mais e só, durante todo o tempo, você fica andando em loops e isso é angustiante demais! De personagem tem você, o bebê Feijão dos Infernos e a Fantasma camarada do Capiroto, que é de extrema importância pra fazer o puzzle final. PT não é nada amigável e força um pensamento e uma paciência, sem contar toda a sua coragem, que é posta a prova a todo fucking minuto. Jogar aquilo por muito tempo exige força mental e física, por que a tensão é tanta que seu corpo fica duro.

Aí você me pergunta: porque você jogou isso, mesmo? Uma resposta: Silent Hill.

É a minha franquia de jogos favorita, então eu não tinha como não jogar! E tem mais, um teaser, gratuito, que só existiu pra esconder um trailer e um conceito, ganhou em várias listas a primeira colocação de jogo do ano. Vale ou não? Vale, sempre. Outra coisa: enredo. Sim, a demo deve ter uma média de duas horas de duração, mas conseguiu colocar uma história lá que me intrigou até o ultimo minuto. Nunca foi confirmado que essa história teria algo relacionado com a linha narrativa do que viria a ser Silent Hills, e nem precisa, ela se segura sozinha (acho que eu não vou comentar sobre o que ela fala!! Hihihi).

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Adele se inspirou em PT pra fazer o novo CD dela!!

Ah, e a câmera desse jogo, pessoas, tem aquele efeito de desfocar o fundo que me deixava com uma agonia sem fim, porque não dá pra ver o fundo direito e eu sempre achava que a fantasma tava lá me esperando, no fundo da tela, aargh. Você quer jogar, mas não tem um video game? No canal do Jogabilidade tem um gameplay fantástico, que se visto nas condições certas você vai, sim, ficar com medo também!

E por agora só vou ficar na torcida de que o próximo jogo do Kojima seja algo relacionado a terror! Você joga jogos de terror, e filmes, assiste? Comente. Beijos, até

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